segunda-feira, 1 de maio de 2017

Contre la pollution, Pierre Passot descend le Rhône de Genéve à Port – Saint - Louis du Rhône

Publié le 28/03/2017 Par Myriam Figureau jornaliste


Se voce vir nestes proximos dias nadando no Rhone alguem com uma camisa verde limao é Pierre Passot . Ele nao é um desconhecido. Tem 69 anos é um ex -  mergulhador profissional, escafandrista, nascido na cidade de Macon. Realizou esta mesma experiencia a exatos 40 anos, mes de abril de  1977.  


Vous l'avez peut-être apercu ou vous l'apercevrez dans les jours qui viennent, immergé dans le Rhône avec sa combinaison jaune fluo.

Pierre-Jean Passot n'est pas un inconnu. A 69 ans, cet ancien plongeur et scaphandrier professionnel, né à Macon, avait déjà réalisé le même exploit, parcourir les 600 kms du Rhône à la nage il y a tout juste 40 ans en mars-avril 1977. Ce qui en fait un observateur avisé de la pollution du Rhône et de la Méditerranée.

 
Sophie Valsecchi et Arnaud Jacques l'ont suivi lundi dans sa traversée du fleuve à Lyon.

Se voce vir nestes proximos dias nadando no Rhone alguem com uma camisa verde limao é Pierre Passot . Ele nao é um desconhecido. Tem 69 anos é um ex -  mergulhador profissional, escafandrista, nascido na cidade de Macon. Realizou esta mesma experiencia a exatos 40 anos, mes de abril de  1977.  

domingo, 2 de abril de 2017

11 dias no Rio Ródano, Pierre Passot nada da Suiça até a França - Atravessando o rio Ródano (Rhône)

Os franceses são conhecidos pela determinação e capacidade de realização.  Desafiar o desconhecido, o imponderável, foi uma opção de vida, escolhida pelo explorador Pierre Passot, um homem revestido de força e energia suficiente para dar um passo de grande significado, em favor de seu ideal. Proteger, discutir e sugerir caminhos, para evitar que grandes catástrofes ambientais aconteçam. Esta é a sensação que tenho, cada vez que encontro este francês de 70 anos, que acaba de nadar 11 dias no Rio Ródano, repetindo um feito de 30 anos atrás; que aliás, fora realizado por ele mesmo. Nunca, ouve uma travessia assim, utilizando uma nadadeira, Pierre Passot, desafiou a fúria das águas geladas e às vezes, turbulentas, para mostrar ao mundo, as condições de um rio que atravessa parte da Europa"!
Seu intuito maior, foi seguir despertando um olhar para o planeta, tanto que decidiu iniciar esta ação, no dia mundial da água, 27

Saida de Genebra, na Suiça, chgada em Saints Louis du Rhone.
Já está começando a circular pelo mundo, o impacto deste feito impressionante: Pierre nadou de manhã, tarde e noite, em horas contínuas e com descanso planejado. Alimentação adequada, e acampando à margem do Ródano, ele chegou ao seu destino, com energia suficiente para fazer o caminho de volta, se assim o quisesse. Ao sair de Genebra, na Suiça, atravessou diversas cidades da frança, como Bellegarde, Lyon, Givors, Valence Avignon, Arles e Port Saints Louis du Rhone. A Chegada no dia 01 de abril, não teve festa, foi discreta e refletiu a personalidade do próprio nadador. Um home discreto, de poucas palavras, mas com um humor incrível.

(Jiddu Saldanha - Blogueiro)



sexta-feira, 17 de março de 2017

A travessia da reflexão e preservação: Nadando no Ródano - (Rhône)

Uma curiosidade sobre o Rio Ródano, é que, em 281 antes de Cristo, Roma travou uma forte batalha contra os Gauleses, durante as guerras púnicas, que envolvia a cidade de Cartago, no período em que tentava invadir a Europa. Dois milênios depois, Durante a primeira e segunda guerra mundial, muitas escaramuças foram travadas ao longo deste rio, envolvendo franceses, ingleses e alemães. 
O que importa, porém, para pessoas como Pierre Passot
 é fortalecer a paz e chamar a atenção para a água.

Pierra Passot - Se prepara para refazer o percurso o rio Ródano, 30 anos
depois da primeira e única travessia deste rio, a nado, feito por ele mesmo.

Em breve, o mundo vai testemunhar um grande feito de Pierre Passot. Um acontecimento que, se por um lado, repete a própria história deste explorador dos oceanos, por outro lado, Pierre repetirá sua saga, atravessando a nado o Rio Ródano (Rhône), que nasce na Suíça e atravessa diversos países da Europa. Um acontecimento que terá, como objetivo principal, chamar a atenção do mundo para a água, tanto que o evento acontecerá no dia 22 de março, bem próximo, justamente no dia em que se comemora O DIA MUNDIAL DA ÁGUA!
Em 1977 Pierre Passot foi o primeiro e único esportista a atravessar o Ródano a nado, era um momento de sua vitalidade e deslumbramento com sua paixão maior; a de vencer desafios, quebrar recordes e desafiar o desconhecido! Realizou grandes feitos em sua carreira desportista e de explorador, viveu aventuras dignas da literatura de Julio Verne e Jorge Orwel. Mas para ele, tudo isso, sempre foi um trabalho, um ofício, a escolha de um caminho que, por mais que mexesse com a subjetividade de seus fãs, sempre foi um exercício de estar no mundo, dando o melhor de si...

O Ródano (Rhône) visto a partir da cidade de Lyon, na frança
Foto: Sonia Mar.

Nascido em 1948, Pierre Fará 70 anos e repetirá o feito que realizou a 30 anos atrás, quando tinha 40 anos de idade. Preparou-se a vida inteira para transformar sua vida em um exercício de compreender e construir um caminho de percepção e preservação ambiental marinho e dos rios. Se aos 40 anos, Pierre foi um "homem do mar", hoje, aos 70 anos, é um homem que luta pela preservação da água no planeta! Sua luta não é fã, seu destino, está ligado àqueles que só são escolhidos pela força de uma verdadeira paixão e, é por isso que, no dia 22 de Março, Pierre Passot fará a TRAVESSIA DA HISTÓRIA.

(Jiddu Saldanha - Blogueiro)

Sonia Mar Passot - Mostra neste vídeo um pouco do rio Ródano (Rhône), 
a partir da cidade de Lyon - França.



segunda-feira, 13 de março de 2017

la journée Mondial de l'Eau 22 mars 2017- Dia Mundial da Agua 22 março 2017





Par une température de l'air proche du zéro au départ et cinq degrés de l'eau durant les trois premiers jours en avril 1977.  Cette descente du Rhône a été réalisé pour la première fois et à ce jours aucun autre nageur n'a descendu ce Fleuve.  Pierre Passot 40 ans plus tard va se remettre à l'eau, le 22 mars (Journée Mondiale de l'Eau). Votre don vous permettra participer de cette action : https://fr.ulule.com/rhone-1977-2017/
                                        Source: Archive personnel Pierre Passot- Genève 2017

Source: Archive personnel Pierre Passot- Genève 1977

A temperatura do ar estava perto de zero e a temperatura da agua proxima de cinco graus nos tres primeiros dias daquele ano, 1977. A descida do Rhone foi relizada pela primeira vez e desde entao, nenhum outro esportista da nataçao repetiu este fato.
Pierre Passot, 40 anos mais tarde vai refazer o mesmo trajeto 22 de março (Dia mundial da Agua)

Source: Archive personnel Pierre Passot- Genève 1977
Sua participaçao é importante : https://fr.ulule.com/rhone-1977-2017/

Source: Archive personnel Pierre Passot- Genève 2017





segunda-feira, 7 de novembro de 2016

LE RHÔNE À LA NAGE : Un projet de Pierre Passot 22 mars 2017


Pierre Passot est un plongeur prof, nageur de l’extreme. Entre  1979 et 1990 a réalisé un certain nombre d'expériences notamment aux centre Hyperbare de La COMEX. Entre 1980/1990, il réalise plus de 30 expériences sur l'étude de hypothermie et la survie en mer  notamment l'expérience  IMMERSIO, 236 heures en immersion complete dans le cadre d'un travail de recherche avec l'appui du Centre hyperbars de Paris, de la Brigade des Sapeurs Pompiers de Paris et du Docteur Fructus et des physiologistes B. Gardette et Ch, Lemaire (Comex)
Il a passe  soixante et dix heures dans l’eau à 7 degrés,  en nageant  de Macon pour arriver à Port-Saint –Louis-du – Rhône, en 1977.
Quelques semaines apres cette premiere descente Saone/Rhone,  Pierre Passot, a eu comme objectif  une expérience de survie en nageant  jour et nuit  la descente du Rhone  de la Suisse à la Méditerranée à partir du  Lac Leman  avec une arrivée à Port Saint Louis du  Rhône, malgré le froid, la neige, le vent et la pluie. Pierre Passot a été accompagné durant tout ce trajet par Maurice Dessemond Journaliste. (VSD/Express/Ocean....)
40 ans après, Pierre Passot envisage de descendre le Rhone à la nage en non stop  pour sensibiliser le plus grand nombre de personnes aux enjeux de la préservation de la qualité de  l’eau en général et du Rhone en particulier.
Son projet : Comme en 1977, relier le ponton de la Police du Lac de Genève à Port Saint Louis du Rhone en non-stop.
Dans le cadre de cette descente, Pierre Passot souhaite faire appel à : toutes les associations culturelles, sportives, les partenaires institutionnels ainsi que le tissu économique pour mettre en place des animations pour sensibiliser les populations dans le cadre de la Journée Mondiale de l'Eau.

Cette descente pourra etre suivi les  jeunes du primaire via quelques écoles notamment au Brésil (et/ou dans d'autres pays) et en France pour mettre l’accent sur le caractère international de la Journée Mondial de l’Eau. 

La Journée Mondiale de l’Eau sera le fil rouge pour réaliser un documentaire en français et portugais (Brésil) 


Pierre Passot é mergulhador profissional, nadador de extremos. Entre 1979 e 1990 realizou algumas experiencias, notadamente no centro hyperbarico da COMEX. Entre 1980 a 1990, realizou mais de 30 experiencias sobre o estudo hipotérmico e a sobrevivência no mar. A experiencia IMMERSIO 236 horas, em completa imersão, foi um trabalho de pesquisa, com o apoio do Centro Hyperbarico de Paris, da Brigada de Bombeiros de Paris, do Doutor Fructus, Fisiologistas,  Bernard Gardette et CH Lemaire da COMEX.  Foi um   record Mundial no ano 1983. 
Passou 70 horas na água a 7 graus nadando de Macon para chegar  à Port-Saint –Louis-du – Rhône, em 1977. Algumas semanas apos esta primeira experiencia, repetiu o feito, tendo como objetivo, uma experiência de sobrevivência, quando nadou dia e noite, durante 10 dias descendo o Rio Rhône, da Suíça ao Mediterrâneo partindo do Lago Leman a Port-Saint –Louis-du – Rhône, apesar do frio, da neve, do vento e da chuva.



Source: Vroon-Voile et Moteur,n.37, mai-luin 1977,p.84

Hoje, 40 anos após, Pierre Passot vai “olhar” o Rhône outra vez. Ele deseja sensibilizar o maior numero de pessoas para as questões da preservação da qualidade da água do Rio Rhône e animar esta travessia ao longo dos dias em que estiver nadando para implicar as populações locais mostrando os aspectos positivos e negativos, 40 anos após o primeiro evento.
Neste projeto a partida se dará em 22 de março de 2017, o propósito será de valorizar o Dia Mundial da água, 40 anos após a primeira edição em 1977!  

Pierre Passot faz um apelo
As Associações e Instituições que desejem se engajar na malha econômica como parceiros, sobretudo aqueles que se situam ao longo do Rio Rhône.
O Projeto poderá ser seguido de perto pelas crianças através das escolas participantes, na França e no Brasil, valorizando assim o caráter internacional do dia mundial da água.
. No Brasil, crianças de escolas primarias também poderão participar. Estudantes poderão estar em contato com a equipe organizadora, antes, durante e depois do evento propriamente dito através da comunicação via skipe ou outro.

O dia mundial da água será a linha condutora para realizar um documentário em Frances e Português (Brasil) sobre o Rio Rhône, partindo da Suíça até o mediterrâneo.






quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Mergulhador como profissão, aventureiro por vocação.



Fonte: arquivo particular de Pierre Passot 2015
Pierre Jean Passot

Pierre Jean Passot tem muitas histórias para contar e algumas paixões na vida. Não me refiro a paixão do amor afetivo que em troca de um carinho se espera outro ou então o amor incondicional entre pais e filhos, mas aquela “que bate sem aviso”. Porém não é diferente dos outros dois, pois Pierre Passot, se assim ele me permitir simplificar o seu nome, o seu amor pelo mergulho e por sua coleção de “escafandros” tem muito carinho e dedicação.

Pierre Passot, nascido no interior da França, Macon, como a maioria dos franceses tem uma ligação magnética pelo mar, e, não fugindo da regra, rumou até a costa do mar Mediterrâneo iniciando um casamento que até hoje está em “Lua de Mel”. Fato raro nos dias atuais.

Após a sua formação como mergulhador na França,  Pierre Passot realizou feitos históricos,  como o de garantir a “segurança submersa” de um dos mais notáveis mergulhadores em apneia de todos os tempos,  o lendário Jacques Mayol que foi imortalizado na direção de Luc Besson e através das lentes de Christian Petron no filme “Deep Blue”.

Porém,  os seus maiores feitos não são estes. Tem outras realizações inusitadas, loucas e inesperadas para alguns “mortais conformados” que esperam a vida passar, porém,  com o Pierre Passot é diferente. Por exemplo: Ele ficou submerso por 236h (descriçao do feito neste blog)  em uma piscina no Salão Náutico de Paris em 1983, recorde ainda não ultrapassado; Foi o último instrutor na França em mergulho com os modelos de escafandros antigos e daí nasceu a segunda paixão: os escafandros, dos quais mantém uma das maiores coleções particulares  de escafandro na Europa, a qual já esteve no Brasil e infelizmente não despertou o interesse das autoridades, universidades, aquários ou museus brasileiros. Vai entender! O outro feito de maior relevância foi aos seus 30 anos, quando nadou 700 km, da Suíça à Marseille, França (*2o.) pelo Rio Rhône e sem sair da água. Sobre o terceiro amor falarei mais adiante.

O tempo passou, mas Pierre Passot se manteve fiel as suas paixões e aos 70 anos preserva todas, tanto que irá Revisitar, repetir, uma das suas aventuras,  aquela no Rio Rhône, percorrendo a nado, com o objetivo de mostrar a todos o que mudou neste trajeto e em seu entorno ao longo destes 40 anos passados e fazer uma referencia especial ao dia Mundial da água.

Realmente este será um dos feitos incríveis, mas o mais notório está no terceiro Amor. Pierre Passot levou mais de 30 mil crianças a conhecerem a experiência de mergulhar em sua piscina móvel, através de toda Europa por mais de 30 anos. Como de amor não se deve separar, o Pierre quer repetir este mesmo feito por terras ou melhor, em águas tupiniquins. Através da Associação Planeta d’O, da qual é o presidente e fundador no Brasil,  em uma cooperação técnica com a Prefeitura de Curitiba e ira desenvolver um projeto nas escolas públicas municipais a partir de 2017.

Sem dúvida que os desafios não são fáceis e como já ditos o Pierre Jean Passot não sabe o que significa esta palavra, pois para quem mergulha centenas de metros, fica dias submersos em um aquário e nada 700 km sem sair da água, ensinar pessoas se torna rotina prazerosa, além de gerar novas perspectivas social para muitos jovens. Por causa deste terceiro amor esta realização se torna uma das missões mais agradáveis em sua vida, ainda mais com o Brasil tendo quase 7.500 km de costa para o Atlântico além dos rios e lagos.

Bienvenue, Pierre Passot!

Rodolfo Silot Produtor e Diretor Dramaturgo





quinta-feira, 21 de julho de 2016

Quando o fundo do mar é um mistério.

No fundo no fundo, toda criança já sonhou com o fundo do mar e muitas, que eram escafandristas. Eu mesmo, já me imaginei com aquelas estranhas roupas, pesadas e aquele capacete redondo sobre minha cabeça. Aqueles tubos gigantescos, levando oxigênio para a superfície e garantindo minha respiração. Como os astronautas e cosmonautas nas viagens espaciais, todas as crianças, em algum momento, sonharam que podiam andar no fundo do mar. "Quem nunca sonhou que foi escafandro, que atire o primeiro edredon"! Mas o mais perto que cheguei do "fundo do mar", foi através do cinema.
Como já era de se imaginar, minha primeira relação com o mar, vem do livro "Vinte Mil Léguas Submarinas", que mexeu com a imaginação de muita gente. Até meados dos anos 80, ver o filme ou ler o livro, dava uma sensação de que a história acontecia no futuro e que um dia, as pessoas iam mergulhar daquele jeito, com aquelas roupas incríveis. Mas como já faz muitos anos que li o livro, talvez nem lembre mais, exatamente, como eram as passagens mais célebres dessa tão magistral obra da literatura francesa e mundial.
Quem vir as cenas da produção do filme, por exemplo, uma das mais famosas (já que  tiveram muitas outras versões), poderá se deleitar com imagens maravilhosas, montadas, a maioria em studios de Hollyood. As adaptações deste filme, no entanto, buscou atender a expectativa de um público muito mais voltado para o entretenimento do que, propriamente, pessoas curiosas e que estariam procurando, na telona, a possibilidade de interagir com uma das profissões mais misteriosas já vistas e sentidas pelo homem. O escafandrismo.
O mergulho de um escafandro é cheio de surpresas e exige uma gama de ações técnicas que precisam ser estudadas com afinco. Essas técnicas envolvem uma constante atenção por parte do mergulhador, que precisa entender e sentir não apenas o universo denso do fundo das águas, mas também, conduzir seu corpo num fluxo bem diferente daquele que estamos acostumados. Portanto, "escafandrear", requer muito mais do que adaptação ao fundo do mar e sim, reaprender e descobrir como o corpo e o equipamento se comporta dentro de um contexto jamais vivido pelo interessado que fará este tão diferente e curioso mergulho.
Ouvindo Pierre Passot, conversar com as crianças, durante o "Primeiro Encontro Franco-Brasileiro, da Imagem Submarina", que fora realizado na cidade Matinhos - PR, em 2011, despertei para o escafandrismo, quando uma criança perguntou ao mestre francês, o que, afinal, um escafandro faz. Eu mesmo, nunca fizera essas pergunta, tamanha a minha fixação pelo mergulho em si e não pela sua função cidadã. Pierre simplesmente disse: "Um escafandro trabalha". Isso mesmo, um escafandro mergulha no mais abissal dos mares, simplesmente para trabalhar. E que trabalho seria esse? Me perguntei; simples resposta, os escafandros constroem fundações de pontes, ajudam na extração de petróleo, resgatam elos perdidos, concertam submarinos, etc... uma legião de profissionais, que fazem de tudo sob as águas. Enquanto que, eu, como criança curiosa, achava que o escafandro descia apenas para "ver" o que tinha no fundo do mar.
Júlio Verne, chegou a ser o escritor mais famoso de sua época, seu livros venderam muito e o mundo todo queria conhecer sua obra monumental. No entanto, para escrever tal livro, Verne fez estudos científicos e, de forma intuitiva, construiu não só uma embarcação complexa mas também lançou as bases para uma vasta gama de gerações que começaram a vislumbrar um futuro onde o homem, de fato, mergulharia para descortinar o mundo sob as águas. Tanto o livro, quanto o filme, nos transportam para o desconhecidos, não sem revelar, tantas possibilidades e descobertas, mas, o que é o realmente melhor, dessa história toda, é que Jules Verne,  abriu as comportas da percepção humana e hoje, o mergulho é uma prática, cada vez mais, fascinante e, justamente, na França, encontrou sua maior motivação.

Um vídeo que "mergulha na essência do livro, mostrado aqui, em forma de documentário. Aproveite, mergulhe e seja feliz!


Jiddu Saldanha - Blogueiro